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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Mais uma bizarrice da bancada religiosa, o alvo agora é o carnaval.

Incomodados com os lemas das campanhas de prevenção do Ministério da Saúde - como as que pregam no carnaval as relações sexuais seguras com o uso da camisinha -, parlamentares evangélicos e católicos querem as peças publicitárias do Ministério.

Eles reivindicam que as campanhas enalteçam a abstinência e a importância da procriação para formação familiar


"Neste Carnaval, não transe. Se preserve para o casamento, porque família é bom" foi um dos slogans sugeridos pelos evangélicos ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em reunião da Frente Parlamentar da Família, nesta quarta.


As duas mensagens do ministério para o Carnaval, - "Sem camisinha, não dá" e "Seja qual for a fantasia, use sempre a camisinha" - desagradaram aos religiosos. O ministro admitiu fazer uma campanha direcionada para os religiosos.
O encontro foi organizado pelo senador evangélico, que é também homofóbico, reacionário, corrupto e fascista, Magno Malta (PR-ES), que declarou:

- O ministro foi extremamente receptivo e nos prometeu elaborar uma cartilha com as nossas mensagens. E não aquelas do Temporão (ministro da Saúde no governo Lula), que estimulavam relação homossexual e até distribuíam cachimbo para viciados - disse Magno Malta.

Padilha estava à vontade no encontro. O ministro citou a Bíblia e falou da relação entre religião, família e vida saudável.
- Somos todos irmãos. O governo tem que ouvir todos os setores organizados da sociedade em busca de bem-estar para a população. Aids, drogas e alcoolismo são exemplos de doenças que precisamos combater com a ajuda da família - disse Padilha no encontro.

O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) criticou o desarquivamento do projeto que criminaliza a homofobia. Ele afirmou que "os homossexuais formam uma população com muitos privilégios" (Sofrer assédio moral, agressões físicas e ser até mesmo morto devem ser "privilégios" na visão do nosso ex-governador). Garotinho também defendeu uma campanha específica para os religiosos durante o Carnaval.

Magno Malta afirmou que outra reivindicação encaminhada a Padilha foi a criação da Secretaria da Família, para, entre outras atribuições, lidar com jovens viciados em drogas.
- A Secretaria da Família deveria substituir a Senad (Secretaria Antidrogas), que não serve para nada e que só gasta dinheiro com pesquisa: quem fuma e cheira mais no país. Isso é inútil - disse Malta.

O Senador Magno Malta esteve envolvido no E
scândalo dos Sanguessugas, tem relações obscuras com o Pastor Silas Malafaia e já disparou absurdos e inverdades como estas:





quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O que significa aprovar o "Dia do Orgulho Hétero"

O meu último post, sobre o projeto de lei que visa instituir - aqui no Município do Rio - o "Dia do Orgulho Hétero", de autoria do Vereador Carlos Bolsonaro, fez com que muita gente, algumas por simples desconhecimento e outras por puro preconceito, levantassem algumas questões que me proponho à esclarecer nesse novo post.


Muitos internautas questionaram o fato da Cidade do Rio de Janeiro comemorar, como tantas outras no Brasil e no mundo, o “Dia do Orgulho LGBT”, então, sob o pálio de uma isonomia meramente formal, seria legítimo que ela igualmente comemorasse o “Dia do Orgulho Heterossexual”, pois dessa forma todas as orientações sexuais estariam contempladas pelo legislador no aludido Calendário, confirmando assim uma vocação teoricamente democrática e pluralista.



Essa não é, todavia, a isonomia de tratamento que o comando contido no indigitado texto quer instituir, na medida em que ali está prescrito que o "Poder Executivo Municipal envidará esforços no sentido de divulgar a data instituída por esta lei objetivando conscientizar e estimular a população a resguardar a família, a moral, os bons costumes e os princípios cristãos". Como se vê, o dispositivo expressamente patenteia que o “Dia do Orgulho Heterossexual”, cuja comemoração anual, dar-se-á  no dia internacional da família, estará associado ao resguardo da moral e dos bons costumes. 

Logo, não é necessário fazer grande esforço interpretativo para ler, nas entrelinhas do pretendido preceito, que apenas e tão só a heterossexualidade deve ser associada à moral e aos bons costumes, indicando, ao revés, que a homossexualidade seria avessa a essa moral e a esses bons costumes. 

Aliás, o texto da “justificativa” que acompanha o projeto de lei descreve está completamente impregnado de sentimentos de intolerância e ódio, além de apresentar uma clara conotação homofóbica. 


Consequentemente, sob essa perspectiva, caso o Município do Rio, por qualquer de seus órgãos, viesse a dar cumprimento a esse dispositivo, resultaria a inequívoca mensagem à população em geral no sentido de que a homossexualidade seria “um modo de ser” supostamente contrário à moral e aos bons costumes, com isso violaríamos os princípios basilares e objetivos fundamentais de nossa constituição, dentre eles o da cidadania, o da dignidade da pessoa humana, o da construção de uma sociedade livre, justa e solidária, o da redução das desigualdades sociais, o da promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e “quaisquer outras formas de discriminação”, e o da prevalência dos direitos humanos (Constituição da República Federativa do Brasil, artigo 1º, incisos II e III, artigo 3º, incisos I, III e IV, e artigo 4º, inciso II).


Mas a principal razão para ser contrário ao projeto é que este mesmo, sob a aparência de promover o “orgulho da heterossexualidade” ,- e aqui se deve observar que não faz sentido algum “ter” ou “comemorar” o orgulho de pertencer a uma maioria que não sofre qualquer tipo de discriminação - a carta de lei torna institucional o preconceito contra a homossexualidade, associada no corpo do texto legislativo à falta de moral e de bons costumes. 

-> Leiam um trecho do artigo do professor de Direito Penal da USP, MARCOS ZILLI, sobre projeto de mesmo conteúdo aprovado na Câmara Municipal de São Paulo e, mais tarde, vetado pelo Prefeito da Capital Paulista:
"A expressão “orgulho”, estreitamente associada à luta pela conquista da cidadania plena da chamada comunidade LGBT, representa o contraponto do sentimento de “vergonha”, que sempre pautou o tratamento opressivo dado à orientação e à identidade sexual diversa do padrão socialmente aceito. Afinal, tais comportamentos evocavam a noção de defeito, de modo que deveriam permanecer ocultos diante do vexame familiar e social que provocavam. A dignidade humana, como se sabe, é patrimônio que não está restrito a grupos específicos. No entanto, são justamente as minorias que mais se ressentem do exercício pleno de seus direitos, já que as sociedades tendem a ditar o seu ritmo à luz de uma maioria. Fixa-se, então, um padrão comum, e a ele se agrega o qualificativo da normalidade. 
A situação se agrava quando a minoria não é percebida como uma projeção natural da diversidade e da pluralidade humana, mas como um desvio a ser menosprezado, esquecido ou corrigido. É nesse momento que se abrem as portas para o exercício diário da intolerância e da violência. A destinação de datas relacionadas com as minorias é apenas uma das ferramentas disponíveis no vasto terreno da luta pela efetividade dos direitos humanos. Em realidade, elas possuem valor meramente simbólico, já que o objetivo é o de chamar a atenção do grupo social em favor de quem é, diariamente, esquecido no exercício de seus direitos. Busca-se promover a conscientização de que a dignidade humana não é monopólio restrito à maioria. Vem daí a consagração dos dias “da Mulher”, “da “Consciência Negra” e “do Índio”. 
Nessa perspectiva, a reserva de uma data especial para a celebração do orgulho dos heterossexuais se mostra desnecessária, uma vez que não há discriminação por tal condição. Não são associados à doença ou ao pecado, tampouco são alvo de perseguições no trabalho, nas escolas ou em outros ambientes sociais. A união heterossexual, por sua vez, é totalmente amparada pelo Estado e pelo Direito. Além disso, a iniciativa legislativa propicia uma leitura perigosa, capaz de desvirtuar a própria dinâmica dos direitos humanos. Com efeito, ao acentuar o vínculo já consolidado entre “orgulho” e o “padrão socialmente aceito”, a lei cria dificuldades para que se elimine o estigma da “vergonha” que persegue o movimento oposto. Afinal, vergonha não emerge do que se mostra normal, mas, sim, do que se qualifica como anormal. Em verdade, a energia criativa do legislador deveria ser canalizada em prol de políticas públicas eficientes para o processo de consolidação da respeitabilidade integral dos direitos humanos. 
A questão é especialmente urgente em uma cidade onde são recorrentes os atos de violência racial, étnica, religiosa, de gênero e de orientação sexual. Experiências frutíferas poderiam ser alcançadas nos bancos escolares públicos. Leis que se mostrassem preocupadas com a formação de crianças desprovidas de quaisquer preconceitos já seriam muito bem-vindas. Afinal, na base da educação dos direitos humanos repousa o valor-fonte da tolerância. É chegada a hora de aceitarmos tudo o que não se apresente como espelho. 

Por fim, cabe ressaltar, que não há nenhum registro de constrangimento público, violação de direito, agressão ou assassinato de um cidadão heterossexual pelo simples fato deste mesmo ser heterossexual. 

Por outro lado, a cada dois dias um homossexual perde a vida neste país pelo simples fato de ser gay. Só aqui, no estado do Rio, a cada dia, as comunidades carentes, registram 10 casos de agressões à membros da comunidade LGBT.

Instituir o dia do Orgulho Hétero pode até parecer, à primeira vista, formalmente democrático e isonômico, entretanto olhando mais atentamente a proposição, percebe-se que essa se trata de uma tentativa de (re)instituir o preconceito nas leis que regem nossa sociedade.

Além disso, criar uma lei que obrigue o Poder Executivo Municipal à envidar esforços no sentido de divulgar, conscientizar e estimular a população - dente outras coisas - a resguardar os princípios cristãos é uma clara afronta ao Estado Laico.

Homossexualidade não é imoral, não é doença e não é vergonhoso ser homossexual. Aprovar projetos como este, seria regredir incrivelmente, voltando aos tempos em que a Organização Mundial da Saúde tratava a homossexualidade como patologia mental.

Para encerrar o post, termino com uma alfinetadinha quase pessoal: Carlos Bolsonaro, o vereador que apresentou essa proposta nefasta e seu pai - que é quem articula seu mandato, sabem que esse projeto não será aprovada na Câmara Municipal... Mas acontece que ano que vem tem eleições... E armar palco para fazer show de horrores é especialidade dessa família nojenta...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Mais um retrocesso: Ensino Religioso nas escolas municipais.

Ensino Religioso: Mais um retrocesso!
O projeto de lei número 862 de 2011, fruto de uma promessa de campanha do então candidato Eduardo Paes, feita à Igreja católica, chegou à Câmara em 30 de março. Depois de ter a votação adiada, o projeto foi aprovado nesta semana com 26 votos, agora vai à sanção do prefeito

O Plenário da Câmara ainda aprovou a "bizarra" emenda 13 que dizia: ”Os professores de ensino religioso deverão ser credenciados pela Autoridade Religiosa competente, que exigirá deles formação religiosa obtida em instituição por ela mantida ou reconhecida”. Uma aberração completa.

O Estado Laico não pode valer somente no papel!
Em um país como o Brasil, que ainda sofre intensamente com as mazelas do fundamentalismo religioso e seus laços institucionais, iniciativas como essas apenas aprofundarão graves problemas.


No Congresso Nacional a bancada religiosa é uma das mais poderosas do parlamento, o que dificulta muito a aprovação de dispositivos, que por exemplo, garantam os direitos da comunidade LGBT. A nossa própria constituição, apesar de garantir o caráter laico do estado, cita "Deus" em seu prefácio. Órgãos do estado, como o Supremo Tribunal Federal, o Senado e a Câmara trazem crucifixos pendurados em seus respectivos plenários. 

O curso da história mostra o quão perigoso são as estreitas ligações entre o estado e a religião, por isso não dá pra tolerar que as decisões políticas sejam influenciadas por crenças religiosas, e projetos como o "ensino religioso" em escolas públicas só reforçam esse quadro lastimável.






segunda-feira, 29 de agosto de 2011


Depois de ser vitíma de homofobia, arquiteto leva 7 pontos na cabeça
O arquiteto Bruno Chiarioni Thomé, de 33 anos, precisou levar 7 pontos na cabeça e quebrou um dos dedos, após sofrer uma agressão na Avenida Paulista. Bruno, apesar de ser heterossexual, é mais uma das milhares de vitimas de homofobia. Ele e um amigo foram confundidos com um casal gay e foram barbaramente espancados. 

Entenda o caso:
A confusão começou nas proximidades da esquina da Rua Augusta com a Avenida Paulista, quando dois objetos foram jogados contra os dois amigos – um copo e uma pedra. A pedra acertou a cabeça do arquiteto. “Eu olhei, procurei nos lados, tinha um grupo de pessoas e eu fui na direção delas. Eu cheguei perguntando ‘o que aconteceu?’. Eles começaram a me xingar: ‘Sai daqui, viadinho’. Eu falei ‘qual o motivo, por que isso?’, aí um deles abaixou para pegar a luminária, que estava no pé dele”, contou.

Thomé e o amigo foram agredidos. Ao tentar se defender da luminária, o arquiteto acabou quebrando o dedo indicador da mão direita. No meio da confusão, eles acabaram entrando na estação de Metrô e o arquiteto conseguiu reagir e tomar a luminária das mãos dos agressores. Quando os seguranças do Metrô chegaram, os suspeitos, pelo menos três duplas, fugiram.
Homofobia, Ameaça não somente aos LGBT's, mas a toda sociedade: No mês passado, um homem de 42 anos e seu filho de 18 foram agredidos por um grupo de sete pessoas que os confundiram com um casal homossexual, enquanto assistiam a um show na cidade de São João da Boa Vista, no interior de São Paulo.

Segundo o pai, que perdeu metade da cartilagem de uma das orelhas, os agressores perguntaram se ele e o filho eram gays, pelo simples fato de os dois estarem abraçados.


"Estávamos meu filho, eu, minha namorada e a namorada dele. Elas foram ao banheiro e nós ficamos esperando. Nesse momento eu o abracei e passou um grupo que perguntou se éramos gays. Eu disse que ele era meu filho.

Essa sucessão de fatos apontam para a necessidade de projetos e políticas públicas de combate à homofobia, que vem se mostrando claramente, como um mal não apenas para a população LGBT, mas sim para toda a sociedade.

São casos como este que reforçam a importância da aprovação do PL122, do Combate à Homofobia nas Escolas e, de forma geral, do estabelecimento da Igualdade dentro da Diversidade em nossa sociedade.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Câmara de SP aprova Dia do Orgulho Hétero


A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta terça-ferira (2), o projeto de lei 294/2005, do vereador Carlos Apolinário (DEM), que institui, no município, o "Dia do Orgulho Heterossexual".


O texto propõe que a data deverá ser comemorada todo terceiro domingo do mês de dezembro. O projeto estabelece que a data passará a constar do calendário oficial do município e afirma que caberá à Prefeitura de São Paulo "conscientizar e estimular a população a resguardar a moral e os bons costumes".


Apolinário disse que o projeto foi apenas uma forma de se manifestar contra "excessos e privilégios" destinados à comunidade gay. (Quais seriam os privilégios? Perder o emprego? Ser humilhado? Ser Agredido? Ser Morto?)


Antes da votação, foi exibido aos vereadores um vídeo com a reportagem sobre o pai que foi agredido em uma festa no interior de São Paulo apenas porque estava abraçado ao filho. Os agressores confundiram os dois com um casal gay.

Primeiro é preciso esclarecer o porquê das políticas e atos de afirmação à populações historicamente oprimidas. Não faz sentido ter um dia do Orgulho Hétero, pelo mesmo motivo que não faz sentido ter um dia do Orgulho Branco ou um dia para o Orgulho Masculino. O fato é que a população LGBT, negra e feminina sempre sofreram com descriminações e tiveram seus direitos básicos negados.

Iniciativas como essa só reforçam e estimulam ataques homofóbicos, que causam agressões e mortes à milhares de Gays, Lésbicas, Travestis e Transsexuais. A cada 2 dias morrem 3 homossexuais, simplesmente por serem gays no Brasil. Nenhum heterossexual perde sua vida ou é agredido moral ou fisicamente simplesmente por terem essa opção sexual. 

A nossa sociedade é hétero-normativa, razão pela qual a população LGBTT tem o seu acesso dificultado à postos de trabalho e sofre diversos ataques, esse quadro justifica movimentações em prol de estabelecer relações isonômicas pautadas pelo respeito entre pessoas que possuem orientação sexual diferentes. 

Por outro lado, iniciativas como o dia do Orgulho Hétero, que enaltecem grupos sociais que historicamente oprimiram seus opostos, apenas dão margem para a intensificação das opressões e o fortalecimento de grupos fascistas.  




sexta-feira, 1 de julho de 2011

Pastor preso por pedofilia

Um homem é acusado de oferecer R$ 1 e um saco de biscoito a uma menina de 12 anos em troca de abusos sexuais. O caso aconteceu em Magé, na Baixada Fluminense, e foi registrado na delegacia da cidade – a 65ª DP. Após a denúncia de parentes da vítima, a polícia prendeu o suspeito nesta sexta-feira (1º).
Segundo a polícia, o suspeito é pastor de uma igreja evangélica em Santo Aleixo, distrito de Magé. O homem de 57 anos foi surpreendido pelos agentes quando saía de casa, em seu carro. A delegacia informou que recebeu novas denúncias contra o homem após sua prisão.
A polícia explicou que os parentes da vítima denunciaram o homem, após terem visto a menina sair de um matagal acompanhada por ele. Na ocasião, o suspeito teria chamado a menina até um rio para buscar um sabonete.
Provoco os religiosos, que ligam a população LGBT aos hediondos pedófilos, a explicarem os sucessivos casos de pedofilia por parte dos seus pastores e padres.


Abaixo os mais recentes:

Polícia prende pastor acusado de abusar de meninas a mando de Deus. maio de 2011

Polícia de Goiás prende pastor acusado de abusar de neta de 15 anos. abril de 2011

Pastor que levou menina a motel diz que só aceita o julgamento de Deus. março de 2011

Jornalista diz que James Dean quando criança foi abusado por um pastor. março de 2011

Pastor foragido tinha em casa armas ilegais e fotos de pedofilia. março de 2011

Polícia indicia pastor sob a acusação de abusar de oito adolescentes. março de 2011

Pregador da Testemunhas de Jeová confessa ter abusado de garoto. março de 2011

Polícia de SP pega pastor de Minas condenado por abusos sexuais. março de 2011

Polícia prende pastor pentecostal sob acusação de estupro de crianças. fevereiro de 2011

Justiça manda prender pastor acusado de abusar de filha de fiel. janeiro de 2011

Juiz condena pastor que abusou de uma criança ‘serva de Deus’. novembro de 2010

Preso outro pastor no Rio sob a acusação de pedofilia. agosto de 2010

Polícia prende pastor que engravidou adolescentes ‘escolhidas por Deus’julho de 2010

Pastor abusava de meninas em sessão de “cura interior”junho de 2010

Pastor é preso sob a acusação de pedofilia. junho de 2010

Pastor da Universal é pego com garota seminua de 13 anosmaio de 2010

Pastor americano é condenado a 175 anos de prisão por pedofilia. julho de 2009

Pastor engravida menina e afirma: “Foi promessa de Deus”junho de 2009

Diácono de igreja evangélica é preso por estupromarço de 2009

Condenado por estupro, pastor Sardinha diz estar feliz na cadeiafevereiro de 2009

Pastor da Iurd que matou menino vai para prisão semi-abertadezembro de 2008

Condenado o pastor que estuprou garota em nome de Jesusnovembro de 2008

Pastor evangélico é preso sob a acusação de ser pedófilosetembro de 2008

Pastor é preso quando fazia sexo oral com adolescente. julho de 2008.