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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Eduardo Paes e a sua coleção de crimes eleitorais.

Em menos de uma semana de campanha oficial, o prefeito Eduardo Paes já utilizou diversos mecanismos ilegais em sua campanha à releição para a prefeitura carioca.

Logo no primeiro dia de campanha, na última sexta-feira dia 06/07, Paes inaugurou ao lado da presidenta Dilma e do governador Sérgio Cabral um grande complexo de obras em Triagem, conduta que é vedada pela lei eleitoral e que contrariava recomendação especifica do procurador regional eleitoral.


Durante o fim de semana, nos dias 07 e 08 de julho, foi a vez do "Disque Paes" entrar em ação. A campanha do atual prefeito fez uso de um serviço de telemarketing para enviar, através de ligações telefônicas, mensagens na voz de Paes, na qual o próprio pedia votos te divulgava suas páginas nas redes sociais. Esse mecanismo foi considerado ilegal pelo próprio Presidente do TRE.

Na segunda-feira, dia 09 de julho, o prefeito recebeu no Palácio da Cidade o jogador Seedorf - a mais badalada contratação do futebol carioca do ano - tendo inclusive, posado para fotos ao lado do meia na sacada do Palácio. Para o procurador regional eleitoral, Maurício da Rocha Ribeiro, houve abuso de poder político e uso da máquina administrativa em benefício próprio. Vale destacar, como lembrou-nos Juca Kfouri, que o presidente do Botafogo, Maurício Assunção, ingressou recentemente no PMDB, mesmo partido de Paes, e que pode vir a ser, ainda este ano, candidato à vereador no Rio.

Na noite de terça-feira, dia 10 de julho, o Jornal do Brasil publicizou talvez a maior aberração empreendida pelo prefeito carioca: Utilizar o contra-cheque dos servidores públicos municipais como ferramenta de campanha eleitoral. O escandaloso e ultrajante uso do contra-cheque dos servidores para fazer propaganda da atual gestão da prefeitura, em um período eleitoral, levou o candidato Marcelo Freixo, do Psol, a editar uma representação contra Paes por abuso de poder político

Como se não bastasse uma coligação composta por 20 partidos, o apoio do governo estadual, do governo federal, da fifa, do COI, das grandes empreiteiras e bancos, o Prefeito Eduardo Paes ainda faz uso de mecanismos ilegais e imorais que estraçalham ainda mais a já comprometida isonomia eleitoral. 

Como toda ação tem um fundamento, desconfio que a postura de Paes só pode ser justificada pelo medo, medo que inexistiria em um cenário eleitoral já definido, como eles tentaram nos convencer que seja este. E digo mais, nesse caso o medo tem nome, chama-se "Marcelo Freixo".





segunda-feira, 9 de julho de 2012

Voto transformador: Freixo prefeito, Cinco vereador!



O Meu voto será transformador: Marcelo Freixo para prefeito e Renato Cinco para vereador.


A visão da população sobre a política é, geralmente, muito cética e negativa, o que se justifica devido a forma de como, majoritariamente, a política é conduzida em nossa cidade, estado e país.

Esse ano, mais especificamente em outubro, participaremos de mais uma eleição. As eleições são um espaço importante do processo democrático, nele escolhemos os projetos e candidatos que assumirão o poder público. 

No Brasil, eleição se transformou em comércio; A política se esvaziou de ideias e foi preenchida pela politicagem do vale-tudo pelo poder; No espúrio jogo eleitoral, alianças por tempo de televisão são construídas e histórias de vidas e de instituições são rasgadas (vide Lula+Hadadd+Maluf). O Espaço e o Poder Público se converteram, por fim, na mais lucrativa e criminosa esfera de acumulação dos grandes agentes privados (Eike, Delta, Odebrecht).

Na contra-mão dessa avenida indecente, quero compartilhar com todos vocês dois nomes que representam o caminho da transformação dessa quadro degenerado: Marcelo Freixo e Renato Cinco.

Freixo e Cinco, ambos do PSOL, são os candidatos que desafiam a lógica da velha e podre política. Eles apresentam uma proposta de sociedade que pensa a cidade a partir das pessoas, e não do dinheiro. Os dois são militantes há mais de 20 anos, sempre lutando em defesa da Educação Pública de qualidade e dos Direitos Humanos.

Essa eleição municipal carioca, especificamente falando, não decidirá o futuro de nossa cidade pelos próximos quatro anos, mas pelos próximos 40. Será eleito o prefeito da Copa e da Olimpíada,  o responsável por apresentar um plano de reformulação da cidade - que pode continuar a empreender o atual modelo criminoso, que combina as remoções das periferias com o superfaturamento das grandes obras, ou pode propor um outro projeto, construído participativamente, e que eleja como seus horizontes a  inclusão, a humanização e a democratização da vida no nosso Rio de Janeiro.

Neste processo importante, nossos compromissos com a efetiva transformação nos impõe significativas limitações práticas. O Psol não aceitou construir coligações não-programáticas, nem mesmo receber doações (que na verdade são "investimentos disfarçados") de bancos, grandes empresas e empreiteiras, como é feito por todos os outros partidos no Brasil (com representação no Congresso Nacional). O atual prefeito, por exemplo, é candidato através de uma coligação composta por mais de 20 partidos e financiada por empresários e grupos que se beneficiam com contratos suspeitos firmados com a prefeitura.

Queremos provar que as ideias podem vencer a grana. Nossa campanha não terá sequer um "militante" de aluguel nas ruas, todas as pessoas que embarcarem nessa empreitada, embarcarão motivadas pela sua consciência e pelo seu desejo de mudança. Consequentemente, precisaremos de todas as pessoas e de toda a dedicação e esforço que estas puderem dar: A batalha é extremamente difícil, mas a razão é nobre e, cabe a nós, fazer a vitória possível! 



Renato Cinco: 50.555 - Um voto socialista, libertário, emancipador!




Marcelo Freixo: 50 - Um voto pela transformação!


















Site oficial da campanha:http://www.marcelofreixo50.com.br/

Jingle:  

Confira a agenda da campanha no site! 
Participe, Construa, Modifique!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Marcelo Freixo será candidato à Prefeito do Rio

Durante reunião da executiva estadual do PSOL/RJ, nesta quarta-feira (21), o nome de Marcelo Freixo foi escolhido por unanimidade para representar o partido no pleito municipal de 2012, aqui no Rio de Janeiro.


Marcelo Freixo milita há mais de 20 anos na defesa dos direitos humanos e da educação pública de qualidade. Marcelo é professor de história e está no seu segundo mandato como deputado estadual do Rio, sendo o segundo parlamentar mais votado do estado. 


O Rio de Janeiro passa por um período de extrema importância, com Eduardo Paes veremos um Rio pensado para o grande capital.


Favelas escondidas atrás de barreiras, fragilidade da saúde e caos na educação. Marcelo Freixo é, na atual conjuntura, o único que pode apresentar um projeto de cidade e sociedade alternativo, no qual a população seja mais importante que o dinheiro.


Precisamos de um modelo que tenha como base a educação e os direitos humanos, para que possamos construir uma cidade socialmente e sustentável justa calcada na ética.


domingo, 29 de maio de 2011

Vitória da esquerda combativa no DCE UERJ e DCE UFF

Na última semana, estive um pouco afastado do blog. Mas o motivo era nobre, estava dando a minha humilde contribuição na eleição do Diretório Central de Estudantes da UERJ e, também, da UFF.

DCE UERJ
Na UERJ vencemos o pleito com quase 3000 votos, em uma eleição disputada e imprevisível, na qual a diferença entre nós e a segunda chapa foi de apenas 181 votos.

Vencemos com propostas e combatividade a atual gestão, marcada pela apatia e bitolação. Vencemos utilizando nossas ideias, derrotando assim o voto de cabresto universitário.


DCE UFF
Na Universidade Federal Fluminense, as eleições também foram disputadas, mas de forma diferente. A atual gestão do DCE da UFF, promove um plebiscito pela  extinção dos cursos pagos, o que irritou os grandes poderosos. Durante a eleição, a chapa governista que congregava UJS (PCdoB), PT e PMDB, contratou modelos para fazerem campanha e teve ajuda do filho do Picciani e do Cabral.
Ainda nessa eleição vimos passar em sala de aula para garantir a vitória da peleguice o diretor da faculdade de engenharia e o presidente da UNE.
Ganhamos sem grana, sem acordões e com muita militância o DCE da UFF, foram 492 votos de diferença.