Os professores agora se somam aos bombeiros, paralisam suas atividades e vão para as escadaria da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, ALERJ, para gritar "FORA CABRAL!".
VEJA VÍDEO DA MANIFESTAÇÃO DE PROFESSORES E BOMBEIROS:
A rede estadual de educação conta com mais de 80 mil profissionais espalhados por 1652 escolas. Os professores do Rio, recebem a pior remuneração do país, exatos 766 reais por mês. Os funcionários das escolas tem piso inferior ao salário mínimo, cerca de 450 reais.
Os bombeiros acampados na ALERJ desde sexta-feira, continuam dormindo e comendo nas escadarias da Assembleia e prometem não sair dali, até que os 439 bombeiros, que continuam presos, ganhem liberdade e anistia dos crimes aos quais são acusados.
Nesta terça-feira, a Defensoria Pública do Rio entrou com pedido de liberdade provisória dos bombeiros presos. O Defensor Público Geral, Nilson Bruno Filho, justificou que não há necessidade de manter os soldados detidos, pois eles têm residência fixa, são servidores públicos e não têm antecedentes criminais.
Marcelo Freixo, Deputado Estadual pelo PSOL, anunciou que deputados trancarão a pauta da ALERJ, enquanto os mais de 400 bombeiros não forem soltos. Em Brasília, ontem, foram dezenas de manifestações de parlamentares apoiando os bombeiros fluminenses. Chico Alencar chamou o governador do Rio de incendiário e começou a recolher assinaturas dos deputados federais em apoio aos nossos bombeiros.
VEJA MEU DISCURSO SOBRE A CRISE DOS BOMBEIROS DO RIO:
A sociedade civil está na rua apoiando os bombeiros. Trabalhadores e estudantes estão mobilizados no apoio ao corpo de bombeiros. Artistas se reuniram para produzir esse vídeo em apoio aos guerreiros do nosso cotidiano: os bombeiros brasileiros.
VEJA VÍDEO DE ARTISTAS EM APOIO AOS BOMBEIROS DO RIO:
37 dos 70 deputados que compõe a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, assinaram nota pública em apoio aos bombeiros do Rio, exigindo a liberdade de todos os presos e a abertura de diálogo por parte do governo estadual no que concerne a valorização da categoria.A quantidade gigantesca de deputados que se posicionaram contrários ao governador Sérgio Cabral é surpreendente, visto que mais de 80% da casa é da base governista.
A quantidade é muito superior ao número de deputados necessários para trancar a pauta da casa e impedir a aprovação de qualquer medida importante para o governo.

Não vi nenhum professor em greve hoje, rapaz.
ResponderExcluirQuer criar polêmica ?
Pede pra esses defensores da justiça dividir o salário deles com os bombeiros. Devem ganhar mais de 20 vezes o salario de um bombeiro. é aí que vai o dinheiro dos bombeiros. pro salario e aposentadoria desses justiceiros que só faem justiça com o salário da justiça.
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ResponderExcluirÔ, anônimo, os professores ganham menos que os bombeiros. Vá se informar antes de falar do que não sabe, infeliz.
ResponderExcluirProfessor no Estado do Rio de Janeiro ganha em início de carreira bruto R$: 765,00 com os descontos R$: 688,00... É mais que os Bombeiros?
ResponderExcluirMenos os bombeiros recebem líquidos em torno de 850 reais
ResponderExcluirmenos de 2% dos professores estao em greve.
ResponderExcluireu sei que o salario do professor do estado é menor que dos bombeiros, pois eu sou professor do estado.
mas acho uma palhacada falar em greve dos professores se apenas alguns deles entraram em greve e nao a categoria.
nao comparei salario dos professores com o dos bombeiros. comparei o o salario dos defensores publicos que ganham em torno de 20 mil. falei do salario dos funcionarios da justica.
nao acho errado reivindicar por melhores salarios pois também acho que o meu nao é justo, mas ficar divulgando noticia que não é verdade não combina com um professor. não é com polêmica que se conquista as coisas, vivemos num estado democratico.
Isso é uma informação mentirosa divulgada pelo governo do estado.
ResponderExcluirO SEPE/RJ afirma que mais de 60% da rede está parada.
Diante do impasse o jornal OGLOBO, fez uma matéria e comprovou empiricamente que pelo menos mais de 50% da rede aderiu a greve, mais do que justa e necessária.