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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Voto transformador: Freixo prefeito, Cinco vereador!



O Meu voto será transformador: Marcelo Freixo para prefeito e Renato Cinco para vereador.


A visão da população sobre a política é, geralmente, muito cética e negativa, o que se justifica devido a forma de como, majoritariamente, a política é conduzida em nossa cidade, estado e país.

Esse ano, mais especificamente em outubro, participaremos de mais uma eleição. As eleições são um espaço importante do processo democrático, nele escolhemos os projetos e candidatos que assumirão o poder público. 

No Brasil, eleição se transformou em comércio; A política se esvaziou de ideias e foi preenchida pela politicagem do vale-tudo pelo poder; No espúrio jogo eleitoral, alianças por tempo de televisão são construídas e histórias de vidas e de instituições são rasgadas (vide Lula+Hadadd+Maluf). O Espaço e o Poder Público se converteram, por fim, na mais lucrativa e criminosa esfera de acumulação dos grandes agentes privados (Eike, Delta, Odebrecht).

Na contra-mão dessa avenida indecente, quero compartilhar com todos vocês dois nomes que representam o caminho da transformação dessa quadro degenerado: Marcelo Freixo e Renato Cinco.

Freixo e Cinco, ambos do PSOL, são os candidatos que desafiam a lógica da velha e podre política. Eles apresentam uma proposta de sociedade que pensa a cidade a partir das pessoas, e não do dinheiro. Os dois são militantes há mais de 20 anos, sempre lutando em defesa da Educação Pública de qualidade e dos Direitos Humanos.

Essa eleição municipal carioca, especificamente falando, não decidirá o futuro de nossa cidade pelos próximos quatro anos, mas pelos próximos 40. Será eleito o prefeito da Copa e da Olimpíada,  o responsável por apresentar um plano de reformulação da cidade - que pode continuar a empreender o atual modelo criminoso, que combina as remoções das periferias com o superfaturamento das grandes obras, ou pode propor um outro projeto, construído participativamente, e que eleja como seus horizontes a  inclusão, a humanização e a democratização da vida no nosso Rio de Janeiro.

Neste processo importante, nossos compromissos com a efetiva transformação nos impõe significativas limitações práticas. O Psol não aceitou construir coligações não-programáticas, nem mesmo receber doações (que na verdade são "investimentos disfarçados") de bancos, grandes empresas e empreiteiras, como é feito por todos os outros partidos no Brasil (com representação no Congresso Nacional). O atual prefeito, por exemplo, é candidato através de uma coligação composta por mais de 20 partidos e financiada por empresários e grupos que se beneficiam com contratos suspeitos firmados com a prefeitura.

Queremos provar que as ideias podem vencer a grana. Nossa campanha não terá sequer um "militante" de aluguel nas ruas, todas as pessoas que embarcarem nessa empreitada, embarcarão motivadas pela sua consciência e pelo seu desejo de mudança. Consequentemente, precisaremos de todas as pessoas e de toda a dedicação e esforço que estas puderem dar: A batalha é extremamente difícil, mas a razão é nobre e, cabe a nós, fazer a vitória possível! 



Renato Cinco: 50.555 - Um voto socialista, libertário, emancipador!




Marcelo Freixo: 50 - Um voto pela transformação!


















Site oficial da campanha:http://www.marcelofreixo50.com.br/

Jingle:  

Confira a agenda da campanha no site! 
Participe, Construa, Modifique!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

PSOL com PV: Não tem nada a ver!


O cenário partidário no Brasil é vergonhoso: Do PT ao DEM, se vê práticas políticas que já deveriam estar banidas há muito tempo.

Nesses tempos de pós-modernidade, a ideologia vale muito pouco, e os partidos são, em geral, simples ferramentas de disputa por espaços institucionais. Porém, em franca oposição à isso tudo está o PSOL - o Partido do Socialismo e da Liberdade. O motivo de escrever aqui hoje, é o seguinte: Esse contraponto corre risco, corre grave risco.


O Partido Verde, de Gabeira e Sirkis, não é diferente. Pra falar a verdade, a diferença entre o PV e o DEM, de Cesar Maia, começa e termina na roupagem democrática e bonitinha, no discurso. Por que na prática não há diferença alguma... 


Como esquecer que o PV esteve, aqui no Rio, coligado com o PSDB e com o DEM nos dois últimos pleitos. Gabeira pedia votos pra Maia, há menos de um ano atrás.



No Parlamento, Gabeira votou a favor da quebra do monopólio estatal do Petróleo, anos atrás. Ainda falando em privatização, toda a bancada estadual do PV votou a favor da privatização da Saúde Pública através das OS's.

Uma das nossos principais lutas - a batalha contra as remoções e a higienização social - iniciou-se, em grande parte, graças ao relatório da CPI da Desordem Urbana, presidida pela, então vereadora, hoje Dep Estadual, Aspásia Camargo do PV. Serão 500 mil pessoas removidas de suas casas. 

Em defesa de um PSOL realmente Socialista, Libertário e Classista, convoco a todos, à divulgarem e assinarem essa petição pública contra essa coligação espúria, burguesa e oportunista:


Petição: 

Nós que assinamos este documento, expressamos publicamente que somos contrários a coligação do PSOL com o PV no pleito municipal carioca no ano de 2012.


Consideremos que:
I- O PV é um partido inserido em uma lógica burguesa e que esteve nos últimos pleitos coligados, aqui no Rio, com o PSDB e o DEM. No Parlamento, foi através do PV que se iniciou a onda de remoções. A bancada estadual do partido foi, no último mês, favorável a privatização da saúde pública, através das OS's.
II- Como postulantes de uma nova prática política, identificamos no PV, vários dos traços da velha política que criticamos: Um partido precário ideologicamente que se mantém como uma legenda de aluguel na perspectiva da disputa institucional, pura e simples.
III- As eleições municipais cariocas terão protagonismo nacional, principalmente na perspectiva da Copa do Mundo e Olimpíadas, nesse momento será fundamental apresentar uma alternativa de esquerda para o projeto de cidade à ser implementado pelo capital.
IV- Defendemos, por fim, a continuidade de um PSOL realmente Socialista e realmente Libertário, que mantenha seu caráter classista.


Não dá pra governar pra todos. O Psol tem que ter lado, o lado dos mais pobres, dos explorados e dos oprimidos.

Os signatários

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Representação contra Bolsonaro é arquivada

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, votou contra o parecer do relator da petição do PSOL, contra as atitudes do Deputado Jair Bolsonaro, arquivando então o processo.


A Guerra vai Aumentar..
"A luta continua. A decisão Me deu mais força ainda. Estou no caminho certo. Não posso admitir o fundamentalismo homossexual, a apologia ao homossexualismo nas escolas. A guerra vai aumentar”, disse Bolsonaro.

Filho de peixe, peixinho é...
O vereador Carlos Bolsonaro, do PP/RJ, celebrou a decisão do Conselho de Ética da Câmara e, pelo TWITTER, publicou as seguintes declarações repugnantes:




















"Decisão Perigosa"...
O deputado do Jean Wyllys, do PSOL/RJ, avaliou que a decisão do conselho em livrar Bolsonaro de um processo administrativo é perigosa porque irá incentivar manifestações parecidas contra homossexuais.
“Acho uma decisão perigosa, porque se o deputado Bolsonaro já violava explicitamente e despudoradamente a dignidade da pessoa humana de homossexuais e de negros, agora ele vai deitar e rolar. De negros ele até recuou, porque sabe que existe uma lei que criminaliza o racismo. Ele recuou dos ataques aos negros para investir pesadamente nos ataques aos homossexuais”, afirmou Wyllys.

O Conselho é Hétero..
Questionado se o conselho havia sido conservador, Wyllys lembrou a reação do próprio Bolsonaro ao receber a decisão.
“O deputado Jair Bolsonaro, quando recebeu o resultado, sorriu e falou assim: ‘Não esperava outro resultado, afinal, a maioria do conselho é hétero’.”