sábado, 21 de maio de 2011

Acordão blinda Palocci em troca da degradação ambiental!

A Agência Câmara mostra que a base do governo na Câmara e os partidos PSDB e DEM fecharam acordo para votar, na próxima terça-feira, o Novo Código Florestal, que prevê, dentre outras coisas, a anistia a desmatadores e a redução das áreas de preservação permanente e reserva legal. Estas medidas favorecem o setor primário-exportador, que obtém dólares para as reservas internacionais, garantindo assim a confiança do “mercado”, que ganha com as dívidas interna e externa. 



Segundo o discurso dos deputados Alfredo Sirkis (PV/RJ) e Ivan Valente (PSOL/SP), o governo aceitou votar o texto do deputado relator Aldo Rebelo (PCdoB/SP) em sua versão piorada (ainda aceitando que seja votada uma emenda nociva), em troca de que os partidos DEM e PSDB aliviassem a pressão sobre o Ministro da Casa Civil Antonio Palocci, alvo de denúncias de enriquecimento ilícito.

Conforme denunciou a Folha de São Paulo, o ex-Ministro da Fazenda Antônio Palocci aumentou seu patrimônio em quase 20 vezes nos últimos 4 anos, devido a seus ganhos com consultorias. Em sua resposta, também publicada pela Folha de São Paulo, Palocci justifica seu grande enriquecimento com o seguinte argumento:
No mercado de capitais e em outros setores, a passagem por Ministério da Fazenda, BNDES ou Banco Central proporciona uma experiência única que dá enorme valor a estes profissionais mo mercado. Não por outra razão, muitos se tornaram em poucos anos, banqueiros como os ex-presidentes do BC e BNDES Pérsio Arida e André Lara Rezende, diretores de instituições financeiras como o ex-ministro Pedro Malan ou consultores de prestígio como ex-ministro Mailson da Nóbrega.

Como Ministro da Fazenda, Palocci foi um grande avalista da política de ajuste fiscal junto ao setor financeiro. Agora, ele reconhece explicitamente que a experiência neste cargo permite que pessoas ganhem enorme valor no “mercado”, a ponto até de alguns terem se tornado banqueiros.
Importante ressaltar que o Relatório Alternativo da recente CPI da Dívida na Câmara dos Deputados - encaminhado ao Ministério Público para investigações - listou todos os membros do COPOM (Comitê de Política Monetária do Banco Central, que define a taxa de juros Selic) que, posteriormente, assumiram cargos no setor financeiro privado.

Por Rodrigo Ávila, economista e assessor técnico da bancada do PSOL na Câmara dos Deputados.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

"PSOL É UM PARTIDO DE PIROCAS E DE VEADOS" (Jair Bolsonaro)

Estava eu em Brasília, acompanhando algumas questões no Congresso, quando me deparo com o Senhor Jair Bolsonaro, tão falado neste blog, dando entrevista.

Não podia perder a oportunidade de ouvi-lo pessoalmente e então parei para assistir o seu "show de aberrações".

No decorrer da entrevista, o infeliz deputado chegou a dizer que ninguém gosta de gays, que algumas pessoas suportam. Disse que os gays só são agredidos porque são promiscuos e tantas outras declarações lamentáveis.

Ao final do  pronunciamento, quando indagado sobre a representação do PSOL, quanto os atos homofóbicos e misóginos dele, Bolsonaro disse que o PSOL É UM PARTIDO DE PIROCAS E DE VEADOS.


Excluindo a primeira parte, que pelo seu baixo nível não merece ao menos ser comentada, a segunda afirmação talvez seja a primeira correta que Bolsonaro tenha dito em décadas.


O Partido Socialismo e Liberdade é um partido de viados, lésbicas, héteros, bisexuais, mulheres, homens, negras, negros, transexuais e todos aqueles e aquelas que tenham coragem e vontade de contruir uma sociedade libertária calcada na igualdade, na democracia, no respeito, na justiça social, na solidariedade e na ética.


Observação: Sou eu que grito "HOMOFÓBICO", ao final da entrevista; Depois eu e o deputado seguimos com um bate-boca e já solicitei a fita a TV CÂMARA, logo que conseguir disponibilizo aqui!


domingo, 15 de maio de 2011

Antonio Palocci fica 20 vezes mais rico em 4 anos


O ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, multiplicou por 20 seu patrimônio pessoal em quatro anos. De acordo com reportagem publicada hoje no jornal Folha de S. Paulo, Palocci comprou um apartamento de luxo na capital paulista em novembro de 2010 por 6,6 milhões de reais. No ano anterior, o ministro já havia adquirido um escritório em São Paulo por 882 mil reais. O valor dessas aquisições, quase 7,5 milhões de reais, é 20 vezes maior que o patrimônio declarado pelo petista nas eleições de 2006.

A evolução do patrimônio do ministro aconteceu durante o período em que ele esteve na Câmara dos Deputados. Em 2006, época em que Palocci se elegeu deputado federal, seu patrimônio declarado era de 375 mil reais. Este valor correspondia a uma casa em Ribeirão Preto, um terreno e três carros. Nos quatro anos em que exerceu mandato de deputado, Palocci recebeu 974 mil reais brutos em salário. A quantia é insuficiente para pagar os imóveis adquiridos. Documentos apresentados pela Folha revelam ambos foram quitados.
Mais um escândalo que atinge a cúpula do governo federal, mais uma prova do esdrúxulo desvio do PT, tanto no que concerne a ideologia quanto o que concerne a ética.
VERGONHA.



ATUALIZANDO A POSTAGEM:
As investigações sobre Palocci foram impedidas com concessões do governo em relação ao código florestal, para a bancada ruralista, e no que tange o programa do MEC de combate a homofobia, para a bancada (máfia) evangélica. 
Na prática a blindagem política de Palocci custou mais degradação ambiental e mais mortes de homossexuais. 

sábado, 14 de maio de 2011

Religião ou Máfia?








Tem algumas coisas que me causam uma revolta especial dentro do estômago, uma revolta que vai subindo até consumir-me por inteiro.

A utilização da religião como meio de se obter dinheiro, de se controlar e bitolar pessoas, de  ganhar eleições e de promover preconceitos e injúrias promovem em mim repúdio máximo.



São vários os casos e denúncias de corrupção envolvendo pastores e representantes desses "templos", que na minha concepção, não passam de institutos do crime organizado, da máfia, talvez na sua mais perversa configuração.



De forma geral, todas as instituições religiosas foram fundadas e geridas, ao longo da história, de acordo com fins políticos ou econômicos.
A Igreja Católica Apostólica Romana, nada mais é do que uma aposta do antigo Império Romano para controlar a camada mais pobre da sociedade da época que sobreviveu ao tempo e adaptou-se, ao longo de sua história, às realidades das mais diferentes períodos da história.
Práticas e crenças seguidas por milhares de fiéis ao redor do mundo, nada mais são, do que estratégias históricas de elites políticas ou econômicas.

A Fé serviu também para estabilizar relações comerciais, como ocorreu na Arábia, com a solidificação da religião muçulmana, fundada por Maomé. O antigo "profeta" era na verdade um comerciante, filho de uma família tradicional, que sofria com a instabilidade oriunda da rivalidade entre os povos do que viria a ser a Arábia Saudita  O fardo econômico foi solucionado com a criação de uma fé comum.

Tem um filme, que à primeira vista, parece ser, nada além do que mais um "besteirol americano", mas que é na verdade muito interessante, o filme se chama "O livro de Eli". A trama é fantasiosa, entretanto muito inteligente, foi nesse filme que me deparei com a melhor definição de "Bíblia" que já vi até agora: ARMA, a bíblia, isto é, a religião é, sobretudo, uma arma de controle das massas. Vale a pena ver o filme.

Em 2006, na véspera das eleições, perguntei à senhora que trabalhava na minha casa, gozando da inocência dos 12 anos de idade, em quem ela iria votar. A moça, que se chama Beth, respondeu dizendo que não sabia. Na semana seguinte, ela chegou com um papel, dizendo "Vou votar no Crivella, no pastor Malafaia (Irmão de Silas) e nesses outros candidatos", quando li o papel, observei o seguinte texto "Para agradar a DEUS vote e ganhe votos para os seguintes mensageiros da sua vontade:", aquilo me remeteu a imediatamente a matéria de história que estudava no momento, a teoria do divino poder do rei, que com as adaptações necessárias está ocorrendo em grande escala hoje.

A partir desse momento, me preocupei com o risco que a expansão dessas "pseudo religiões" representam. Hoje a Frente Parlamentar Evangélica, congrega 74 parlamentares brasileiro e dá inúmeras demonstrações de força. Hoje são manifestações evangélicas que reúnem o maior número de pessoas, o mais preocupante é que os seus líderes são gente como Garotinho e Silas Malafais, e suas bandeiras são neo-fascistas. É absurdo, É público e escancarado, É criminoso!

(http://www.ministeriosilasmalafaia.com.br/) -> é o link do portal do repugnante Silas Malafaia , ao abrir a página, aparecem duas janelas, dois "convites":


  • O primeiro é um convite para uma manifestação em Brasília, que acontecerá no dia 1º de junho, às 15h. O evento é um ato contra a aprovação do PL122, que visa reconhecer a cidadania LGBT e instituir punições mais duras aos responsáveis por atos de homofobia e injúria sexual.

  • O segundo convite é para você ingressar no clube "1 Milhão de Almas 2011", o valor do ingresso é mil reais (R$ 1000,00), uma espécie de "Clube da Indulgência Moderna."

A outra coisa que me espantou, é que na página principal tem o link de três contas bancárias diferentes para receber "doações para jesjus"

Por último, levanto a questão: "O que representa a expansão descontrolada da 'máfia religisosa'? Quais seus principais perigos? E o que fazer para combatê-la? "

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O DOSSIÊ JAIR BOLSONARO



Depois de tantas aberrações criadas pelo Deputado Federal Jair Bolsonaro (PP/RJ), venho nessa publicação juntar algumas delas para formar um pequeno DOSSIÊ, dos atos de preconceito, machismo e homofobia. Junta-se aqui também os depoimentos do parlamentar defendendo a ditadura militar, a tortura, a pena de morte e outras atrocidades.



Bolsonaro em 9 capítulos:




* Jair Bolsonaro teve seu primeiro 15 minutos de fama, quando ainda era do PTB, ao ofender e agredir a então deputada Maria do Rosário (PT/RS), que é hoje ministra dos direitos humanos.







* Bolsonaro discursa defendendo a ditadura, dizendo que o regime militar é saudoso e profícuo, e diz que a operação do governo para resgatar os restos mortais dos militantes mortos e desaparecidos em face à luta contra ditadura, é na verdade, "buscar os ossos dos marginais que combateram os militares", o deputado fala ainda que não existem ossos porque os porcos comeram, e a única coisa que ele pode dizer sobre isso é que tem pena dos porcos.







* Jair Bolsonaro discursa sobre a Comissão da Verdade: Que pretende apurar crimes cometidos pela ditadura militar!







* O parlamentar discursa sobre o programa de combate ao homossexualismo na escola do MEC, dizendo que o programa é um incentivo ao homossexualismo e por consequência a promiscuidade. Diz que os "gays o dão nojo" e que essa parcela da população que "entubar" a sociedade com a sua promiscuidade"; O deputado afirma ainda que as crianças que "apresentarem desvios homossexuais" devem ser redirecionadas ao "caminho certo", nem que seja na base da palmada.









* Jair Bolsonaro agora sobre a AIDS, diz que a doença é problema de quem a contraiu, pois teve atos de promiscuidade, e os doentes portanto não seriam dignos de políticas públicas de combate a AIDS e nem de utilizar do sistema público de saúde
.








* A entrevista que gerou enorme polêmica, dando ao fascistóide visibilidade nacional e internacional, falando as asneiras homofóbicas e preconceituosas. O QUADRO O POVO QUER SABER, DO PROGRAMA CQC.








* Na semana seguinte, o programa CQC grava o quadro "Documento CQC" no qual o deputado reafirma as atrocidades legais e morais, e ainda as intensifica. Reconhece também que já bateu em sua mulher.








* Em entrevista, o deputado fala que se casais homossexuais puderem adotar filhos, o casal obrigará em 90% das vezes as crianças adotadas a serem homossexuais e garotos de progama desse casal.















quinta-feira, 12 de maio de 2011

Senadora Marinor Brito (PSOL/PA) entra em conflito com o homofóbico Jair Bolsonaro (PP/RJ)

Terminou em confusão na manhã desta quinta-feira (12) a reunião da Comissão de Direitos Humanos do Senado que discutiu o projeto que prevê punições para discriminação de homossexuais.


Presente na reunião, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), o maior ícone homofóbico e fascista, do congresso tentou exibir um panfleto “antigay” atrás da senadora Marta Suplicy (PT-SP) durante a entrevista que a parlamentar, relatora da matéria, concedia no corredor das comissões do Senado, conjuntamente com a senadora do PSOL.


Daí deu-se início a uma discussão exaltada entre os dois parlamentares, a senadora Marinor disse “Depois dizem que não tem homofóbico aqui. Tu és homofóbico. Tu deveria ir pra cadeia! Tu deveria ir pra cadeia! Tira isso daqui. Homofóbico, criminoso, criminoso, tira isso daqui, respeita!”, prosseguiu a senadora do PSOL.





O panfleto, elaborado pela assessoria de Bolsonaro já havia sido distribuído nas ruas do Rio de Janeiro, e tem como objetivo criticar pontos do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos do Ministério da Educação e Cultura, elaborado pelo MEC.
São filmes e cartilhas contra a discriminação sexual, que o MEC deve começar a distribuir nas escolas de ensino médio no segundo semestre. “Esse material dito didático pelo MEC não vai combater a homofobia, ele vai estimular a homossexualidade lá na base no primeiro grau”, diz Bolsonaro, durante a distribuição no Rio.
Ainda criticando Bolsonaro, a senadora Marinor Brito acusou o deputado do PP de praticar homofobia com dinheiro público, uma vez que os panfletos foram elaborados com verba da Câmara: “Isso foi feito com dinheiro público. É homofobia com dinheiro público. Com dinheiro público. Essa cartilha é homofobia com dinheiro público.”
Diante da confusão, o presidente da Comissão de Direitos Humanos, Paulo Paim (PT-RS) teve de mandar fechar a porta do plenário, para que o exame de outras matérias pudesse ser realizado sem o incômodo barulho.
Marinor Brito
A senadora Marinor Brito disse ao que irá denunciar Bolsonaro à Corregedoria da Câmara por quebra de decoro. A senadora do PSOL também irá conversar com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para solicitar que a procuradoria da Casa acompanhe o caso.
“São ofensas morais, pessoais e estou representando na Corregedoria da Câmara contra ele por quebra de decoro. Ele [Bolsonaro] é misógino. Ele tem aversão à mulher. Não é o primeiro episódio de agressão à mulher, ele incita violência o tempo todo. Então, está caracterizado uma situação de aversão à mulher. Ele não é digno de ter um mandato”, afirmou Marinor.
A senadora disse que irá protocolar a denúncia na Corregedoria da Câmara na próxima semana.
Bolsonaro
Por conta das posições homofóbicas, o deputado Jair Bolsonaro já responde a cinco processos na Corregedoria da Câmara. Os procedimentos, colocados sob a responsabilidade do corregedor Eduardo da Fonte (PP-PE), pedem que Bolsonaro seja levado ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Casa sob acusação de práticas de racismo e homofobia.
Sobre a confusão com a senadora do PSOL, o deputado afirmou que irá sugerir a elaboração de um projeto para aplicar punições para discriminação de heterossexuais e ainda provocou Marinor: “Ela [Marinor] não pode ver um heterossexual perto dela que sai batendo. Ela não pode ver um macho que fica louca. Tem que ter um projeto para criminalizar o preconceito hetero.”
O Projeto que originou a confusão
O projeto prevê punições para quem impedir manifestações de afetividade entre pessoas homossexuais em locais públicos, quem recusar ou sobretaxar a compra ou a locação de imóveis em razão de preconceito, ou quem, pelo mesmo motivo, prejudicar recrutamento, promoção profissional ou seleção educacional.
O senador Magno Malta (PR-ES), da frente evangélica, fez duras críticas absurdas: “Se você não der emprego para homossexual, você vai preso. Se você demitir, vai preso. Se você não admitir, também tem cadeia para você. Se você não aceitar gesto afetivo, também tem cadeia. Estavam tentando criar um império homossexual, uma casta diferenciada no Brasil. O que precisamos é respeitar essas pessoas.”
Na reunião da comissão, o impasse em torno da matéria fez com que a relatora, Marta Suplicy (PT-SP), retirasse a proposta da pauta para ampliar o debate com setores contrários ao texto. A votação na comissão estava prevista para acontecer nesta quinta.
Ao justificar a retirada da matéria, Marta argumentou ter ficada impressionada com a rejeição por parte de igrejas cristãs, diante do temor de que a proposta poderia restringir liberdades de culto e de expressão. O debate na comissão foi acompanhado por militantes dos movimentos de defesa dos direitos dos homossexuais e por representantes de entidades contrárias ao projeto.
Marta ainda incluiu no texto punições para a discriminação de idosos e de pessoas com deficiência e a especificação de que a pena de três anos de detenção para quem "praticar, induzir ou incitar a discriminação ou o preconceito" não se aplica à "manifestação pacífica de pensamento decorrente de atos de fé, fundada na liberdade de consciência e de crença".
Caso passe na Comissão de Direitos Humanos do Senado, o projeto seguirá para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e, se aprovado, para o plenário da Casa. Se for aprovada pelos senadores, a matéria retornará à Câmara, uma vez que foi modificada pelos senadores

Sempre lamentáveis e desagradáveis: Garotinho e Bolsonaro

Depois de mover ação na justiça para proibir a marcha da maconha nacionalmente, O Deputado Anthony Garotinho (PR/RJ), sai pelo congresso, ao lado de sua trupe reacionária, gritando "A família merece respeito, o Congresso é que faz a lei!", protestando contra a decisão do STF de reconhecer a união civil homoafetiva.

No meio do salão verde, houve uma pequena marcha com todos os deputados da Frente Parlamentar Evangélica, e mais algumas "figuras ilustres", como o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). Os deputados carregavam folhas de papel com a seguinte inscrição "STF atropela o Congresso Nacional".

Garotinho disse em seu discurso no plenário, "o STF não tem o direito de criar um novo conceito de família. A família prevista na Constituição é entre homem e mulher, o resto não pode valer de nada, porque o povo brasileiro não quer."

Comentando em apenas uma palavra, "REPUGNANTE".